Uma profissão que resiste ao tempo
- Helen Gutstein e Liliane Jochelavicius
- 15 de mar. de 2018
- 1 min de leitura
Uma cadeira baixa e outra alta, graxa, flanela e polidor. São essas as ferramentas de trabalho de um engraxate. A vista do alto da poltrona e a posição do profissional, que se encontra pronto para servir, pode trazer reações diferentes para cada pessoa. Algumas relaxam, outras espairecem ou existe até mesmo aquelas que demonstram arrogância.

Mas isso não muda a postura do profissional. Sua rotina é a mesma e o seu trabalho é feito da mesma forma há muitas décadas. Um local que reúne esses trabalhadores há 15 anos é a Boca do Brilho, na região central de Curitiba. Na rua Voluntários da Pátria, trabalhadores autônomos conquistaram credenciais e lutam para que a profissão que existe há 210 anos não entre em extinção.




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Texto e fotos: Helen Gutstein e Liliane Jochelavicius, Curitiba-PR | Especial para Revista F
Edição: Sionelly Leite