Orlando Nascimento, um baiano "arretado"
- 8 de ago. de 2017
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Orlando Nascimento Silva é baiano, mas se mudou para Altamira, no Pará, na década de 1980. Admirador da literatura de cordel, passou a retratar fatos verídicos em rimas versadas e foram das obras literárias que surgiu o entusiasmo pelo cinema. Com a nova paixão, o baiano produziu e atuou em seis filmes, mas foi em "Os Falsos Cangaceiros" que veio o reconhecimento. A trama conta a história de três amigos atrapalhados que se disfarçam de cangaceiros e acabam entrando em uma grande enrascada.

Cineasta Paraense comemora sucesso de filme e 30 anos de carreira
Lançado em abril deste ano, a comédia já foi exibida em várias cidades das regiões Norte, Nordeste e nas principais capitais do país. A repercussão do filme surpreendeu o cineasta. "Eu não esperava! O trabalho agradou a produção do cinema nacional e agora o filme vai ser exibido em todo Brasil”, afirma Orlando.

Com uma dose de humor filme retrata conflitos agrários no Pará
O filme popular já vendeu 12 mil cópias. Usando o humor e a cultura nordestina, Os Falsos Cangaceiros retrata os conflitos de terra no Pará. De acordo com dados da Comissão Pastoral da Terra, foram registradas 130 mortes no estado nos últimos dez anos. Para homenagear o cineasta que neste ano completa 54 anos de idade e 30 de carreira, uma estátua foi construída ao lado do Museu Histórico da Transamazônica.

Os Falsos Cangaceiros estreou em abril nos cinemas brasileiros
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Texto e fotos: Denilza Oliveira, Altamira-PA
Edição: Sionelly Leite








































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